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Onde há uma vontade, há um caminho, Se você tem uma vontade, você pode fazer o seu caminho... (Aquiles Priester)
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Fortalecendo o groove - parte 3


Estes exercícios tem como objetivo trabalhar com acentuações na condução (mão direita para os destros) enquanto mantemos um mesmo padrão de bumbo e caixa.

Variações acentuando o chimbal.

Exemplo:



Exercícios

 



Vamos aplicar os acentos em outros instrumentos da bateria.

Exemplo:



Exercícios




Mais exercícios! single stroke e flams!

olá galera! hoje eu to postando alguns exercícios sobre flams e single strookes, espero que aproveitem, e até a próxima!


Leitura - parte 3


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Olá pessoal, vamos praticar um pouco mais a leitura das semínimas e pausas de semínima.

Temos aqui alguns Duetos, ou seja, peças escritas para dois instrumentos. No nosso caso, usaremos a caixa e o surdo.

Lembre-se de:

- Interromper o som nas pausas (quando estiver usando instrumentos que prolongam o som);
- Prestar atenção no numerador da fórmula de compasso (para fazer a contagem de maneira correta);
- Contar os tempos em voz alta.

Outras sugestões:

- Convide um amigo para praticar este material;
- Toque as duas linhas (ao mesmo tempo) na bateria usando a caixa e o bumbo ou a caixa e o surdo;
- Adicione outro instrumento nas pausas.




Use estes exemplos em áudio para praticar o material:

                Dueto 1                                            Dueto 2                                         Dueto 3
          Completo 60bpm                              Completo 90bpm                           Completo 60bpm
          Completo 90bpm                              Completo 120bpm                         Completo 100bpm
          Completo 120bpm                            Completo 150bpm                         Completo 140bpm
          Caixa 60bpm                                    Caixa 90bpm                                 Caixa 60bpm
          Caixa 90bpm                                    Caixa 120bpm                               Caixa 100bpm
          Caixa 120bpm                                  Caixa 150bpm                               Caixa 140bpm
          Surdo 60bpm                                   Surdo 90bpm                                 Surdo 60bpm
          Surdo 90bpm                                   Surdo 120bpm                               Surdo 100bpm
          Surdo 120bpm                                 Surdo 150bpm                               Surdo 140bpm


Fortalecendo o groove - parte 2


Introdução

Para manter um groove "forte" é preciso ter um bom equilíbrio entre os membros. Nos exercícios abaixo temos algumas variações de bumbo aplicadas às seguintes combinações:

1. Condução e chimbal na cabeça dos tempos; 
2. Condução na cabeça dos tempos e chimbal nos contratempos; 
3. Condução nos contra tempos e chimbal na cabeça dos tempos; 
4. Condução e chimbal nos contratempos.

Pratique cada variação separadamente e depois passe de uma variação para outra sem interrupção. Comece lento (60 bpm) e concentre-se em cada membro separadamente, verificando a igualdade de uma nota para a outra e mantendo um equilíbrio no groove como um todo. Primeiramente temos oito variações de bumbo em colcheias e depois oito variações em semicolcheias. Não "corra" simplesmente através dos exercícios, pratique cada um com bastante atenção e disciplina.

Exercícios













Fortalecendo o groove - parte 1


Introdução

Manter um groove sólido é o elemento mais importante para a execução da bateria, não importando se é um padrão rítmico simples ou complexo, e nem o andamento que está sendo executado.

A maneira pela qual o tempo é percebido, é muito importante. Ed Soph, um grande baterista e professor, diz que "um andamento consistente é produzido por notas e pausas colocadas, exatamente, cada uma nos seus respectivos lugares. As pausas ou silêncios entre as notas devem ser percebidas, assim como as notas que são tocadas". Isto é uma questão de treino... aprender a perceber os intervalos existentes entre as notas.

Trabalhar com um metrônomo ou um sequenciador pode ser de grande benefício neste processo de aprendizagem. Tocar os padrões rítmicos até obter um bom "feel" pode ser um tanto tedioso, mas é compensador. Gravar a si mesmo para observar os erros de andamento é também muito útil. A falta de concentração também é um fator que influencia na variação do andamento. Vejamos agora, algumas
sugestões para a prática dos exercícios:
Pratique com um metrônomo ou sequenciador;
Esteja certo de que cada exercício foi praticado lentamente no começo. Comece com 60 bpm, então aumente gradativamente o andamento;
Pratique cada exercício por 5 minutos sem interrupção, mantendo um groove constante. Enquanto toca, focalize cada membro e relaxe, lembrando-se que a tensão inibe a execução;
Sem tocar nenhuma nota, mentalize o que cada membro tem que fazer, esteja certo da função de cada um e como eles irão contribuir para a formação do groove completo.

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Leitura - parte 2


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Semínima

Vamos dar início à leitura musical conhecendo uma figura chamada semínima. Não entrando ainda no mérito de fórmulas de compasso, vamos assumir que a *semínima vale 1 tempo. Então temos uma semínima para cada pulso:



*Dependendo da fórmula de compasso, a semínima pode ter outro valor. Este conceito será facilmente compreendido mais tarde.


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Partitura de AC/DC!


Single Paradiddle e suas aplicações!



Single Paradiddle e suas aplicações - parte 1
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O Single Paradiddle é uma combinação de três tipos de técnicas: o downstroke, o upstroke e o tap.

Downstroke - Levante a baqueta na altura do ombro mas mantenha o antebraço próximo ao corpo. Agora toque na caixa, apertando um pouco a baqueta na hora do impacto. A baqueta deve parar não mais que 2 centímetros acima da pele. Enquanto você pratica esse exercício, pense em dois movimentos separados: o downstroke e o movimento de levantar a baqueta.




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Combinando mãos e pés


Introdução
É importante desenvolver o equilíbrio e destreza entre mãos e pés. Além de fortalecer os grooves, a combinação destes dois elementos pode ser aplicada em fills, frases, solos, etc.

Exercícios
Procure manter a mesma força para mãos e pés e verifique se todas as notas estão com a mesma sonoridade, independente da combinação proposta.


A - Semínimas


Leitura Musical por Batera.com - Parte 1


Introdução
A escrita musical é um sistema de linguagem que visa representar graficamente os sons produzidos pelos instrumentos musicais, pela voz humana ou qualquer outra fonte sonora.
Podemos fazer uma analogia entre a escrita musical e a língua portuguesa. Por exemplo, na fala nós produzimos sons que querem dizer alguma coisa e, se quisermos registrar essa fala, escrevemos em um papel. Não é igualzinho à música? Temos o som de um instrumento, e para registrá-lo anotamos num papel. Do mesmo modo que estudamos o alfabeto, os sinais de ortografia, os acentos gráficos, etc., aprendemos as figuras musicais, as pausas, os sinais de repetição, os sinais de expressão, e assim por diante. É claro que isso leva certo tempo. Ninguém aprende a ler um livro em dois dias! Portanto, tenha paciência e procure compreender todo o sistema, propondo metas e vibrando a cada nova conquista em direção aos seus objetivos.
Deste modo, se você está interessado em aprender a ler e escrever música, você deve ter o acompanhamento de um professor que te guie pelo menos no básico, que são os valores das figuras e pausas, e todos os respectivos sinais e símbolos relativos a ela. Depois de compreender como funciona o esquema de escrita musical, você poderá "se virar sozinho", pesquisando métodos, revistas e transcrevendo o máximo de músicas que puder.

Funções da Escrita Musical
Outro aspecto que divide opiniões entre os músicos é a utilidade da escrita musical. Ninguém é obrigado a saber como se escreve música. Há grandes músicos que não sabem ler uma nota. A leitura não é uma obrigação e sim uma ferramenta do músico. Vou citar três situações onde a partitura pode te ajudar:
• Imagine que você está tocando numa banda de baile com 120 músicas no repertório e, a cada semana, entram 10 músicas novas. Você vai precisar de uma "memória de elefante" ou de uma pasta com as músicas escritas;
• Vejamos agora você num estúdio, onde o maestro fez os arranjos de um disco com 12 faixas inéditas, e nestes arranjos temos duetos com percussão, convenções com os metais, introduções de bateria, trechos com variação de fórmula de compasso, etc. Se você não for o dono do projeto, com certeza não vai ter tempo de ficar estudando e decorando as músicas no estúdio;
• A partitura também te ajuda a criar seus próprios exercícios e auxilia na hora de você passá-los para alguém. Torna-se mais prático os músicos falarem uma linguagem única, ao invés de ficarem cuspindo as sílabas "tá tum pis tum tum" ou imaginando onde estaria aquele prato que “cai fora do tempo” mas ninguém sabe onde está.
É importante que fique bem claro que a partitura é uma ferramenta do músico. Não aprenda a ler somente para dizer: "Eu leio música, eu sou o cara!". Tome muito cuidado para não virar apenas um colecionador de métodos e partituras, faça MÚSICA!

Simbologia
Como toda linguagem, a música tem seu sistema próprio de símbolos. Vamos ver como ele funciona.

Pentagrama
A grafia própria da música se chama notação, isto é, uma grafia por meio de notas. Neste sistema, as figuras musicais são escritas sobre uma pauta composta de cinco linhas horizontais paralelas (pentagrama) e quatro espaços, contados de baixo para cima.
A notação musical pode expressar a duração e altura de cada nota, o instrumento a ser tocado, o andamento (velocidade) da peça musical, e até mesmo a intensidade (força) com que tocamos as notas. Ela nos mostra onde o som da nota começa e qual a duração deste som. A indicação de duração é determinada pelo formato da nota. Veja abaixo as partes que compõem uma figura musical:
Toda nota possui uma “cabeça”. Toda vez que houver a cabeça de uma nota haverá um som. É super simples! A cabeça da nota pode ser vazia ou cheia. Às vezes a cabeça da nota possui uma haste. Como está indicada abaixo, a haste pode estar virada para cima ou para baixo, dependendo da posição da nota no pentagrama. Notas abaixo do centro do pentagrama geralmente têm sua haste para cima e notas acima do centro do pentagrama geralmente têm sua haste para baixo.
No caso da bateria, como representamos vários instrumentos ao mesmo tempo (bumbo, caixa, tambores, pratos, etc.), posicionamos as hastes de maneira que a escrita fique clara. Observe a diferença, nos exemplos abaixo:
Os colchetes também são usados para determinar a duração da nota. Uma haste pode ter até quatro colchetes. Estudaremos este conceito mais tarde.

Sistemas Alternativos
Para a notação de um único instrumento de percussão atonal (altura da nota não determinada), pode-se usar o sistema de apenas uma linha. Veja o exemplo da caixa:
Alguns compositores usam sistemas de 2, 3 ou 4 linhas para representar grupos de instrumentos de percussão atonais. Exemplo:


Variação na condução com pedal duplo em semicolcheias


Estarei iniciando aqui a 1° parte do "Variação na condução com pedal duplo em Semicolcheias".

Você encontrará 6 aplicações no condução para usar com o bumbo em semicolcheias, e um play-along para aplicá-los. Você poderá também, a partir desses exercícios, criar suas próprias variações.

O metrônomo base estabelecido para os exercícios é o de 70 BPM. Você não precisa começar neste andamento! Inicie os exercícios em um andamento [BPM] que seja confortável.

Os exercícios estão separados em 4 etapas. Nosso objetivo é chegar em 130 BPM, para assim aplicarmos com o metrônomo.

Procure tocar sempre de forma relaxada e prestando atenção nas mãos e pés para não cruzarem.

Formas de aplicação:

A - Em 70 BPM/somente as mãos
B - Em 70 BPM/mãos e pés juntos
C - Em 130 BPM/andamento para aplicação
D - Tocar com o play-along
                                              

Baixe o play-along



Colocando o pé esquerdo para trabalhar com Nina Pará

Oi pessoal, tudo bem?

Assista a vídeos de seu baterista favorito e preste atenção no pé esquerdo dele. Você vai notar que, na maioria das vezes, ou o pé esquerdo marca o tempo no chimbal (a pulsação da música), ou ele funciona como uma outra peça que não apenas marca o tempo, mas cria divisões rítmicas diferentes. O importante é perceber que o pé esquerdo raramente fica parado, sem utilização. 

Foi por isso que nesse vídeo resolvi postar alguns exercícios que considero MUITO importantes para o desenvolvimento de qualquer baterista. São exercícios de independência para o pé esquerdo.
Vamos começar utilizando o pé esquerdo para marcar os tempos, seja na cabeça do tempo, na cabeça e no contratempo, ou apenas no contratempo. Mais adiante, em outros vídeos, utilizaremos o chimbal com o pé esquerdo como mais uma "voz" no instrumento.

Eles são a base para você começar a se soltar "groovando" ou "fraseando", sem perder a marcação do tempo e sem perder o equilíbrio no banco.

Mesmo que você já tenha feito algo parecido, não custa nada repetir os exercícios. Você pode se surpreender com alguns padrões de independência que ainda não estão bem absorvidos pelo corpo.
Na partitura disponível para download você vai ler o chimbal (aéreo, para quem tiver) ou ride, tocado com a mão direita, representado pela nota com a haste para cima, e o chimbal com pé esquerdo demonstrado pelas notas com a haste para baixo.

Conseguir realizar esses exercícios está intimamente ligado com o seu equilíbrio no banco. Preste atenção na câmera que foca os pés e em como os padrões são feitos. Se você não conseguir executar corretamente na primeira vez, tente fazer apenas o padrão dos pés, sem tocar nada nas mãos, depois vá adicionando o chimbal/ride (com a mão), e depois a caixa.

Faça bem lento, e depois vá aumentando a velocidade de 5 em 5 BPM no metrônomo.

No próximo vídeo demonstrarei outras divisões de semicolcheia tocadas no bumbo, executadas com os mesmos padrões de chimbal com pé.

Nada impede que você crie as suas divisões, misture as que estão nesse vídeo. O importante é aplicar tudo isso no seu som, sempre!







Até a próxima!!!
Um grande abraço!



Estudo de leitura - Semínima - Batera.com


Semínima
Vamos dar início à leitura musical conhecendo uma figura chamada semínima. Não entrando ainda no mérito de fórmulas de compasso, vamos assumir que a *semínima vale 1 tempo. Então temos uma semínima para cada pulso:

*Dependendo da fórmula de compasso, a semínima pode ter outro valor. Este conceito será facilmente compreendido mais tarde.
Clique aqui e ouça uma seqüência de semínimas tocadas num piano

Clique aqui e ouça uma seqüência de semínimas tocadas na caixa da bateria
Clique em "More" para ver toda a postagem.


One Handed Drum


Confiram essa technica ai galera! achei mto interessante esse video... abraço a vcs.


Exercícios de mão por Joe Morello - Master Studies!


Jojo Mayer - Finger Technique


Jojo Mayer - Foot Technic


Heel Toe foot technique aplicado em música.


Jojo Mayer - Gladstone/Freestroke Techique


Thomas Lang - accents on double stroke.