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Onde há uma vontade, há um caminho, Se você tem uma vontade, você pode fazer o seu caminho... (Aquiles Priester)
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Melhore seu desempenho na bateria, AQUEÇA!

Introdução


No processo de estudos ou até de execução de shows, gigs e etc, o processo de aquecimento e alongamento é de grande importância para uma melhor qualidade da gig, seja ela em palco ou estúdio. Estes alogamentos também evitam ocorrências de tendinites, LER e outras lesões causadas por esforço muscular repetitivo. Notei uma melhora em grande escala nas minhas execuções em geral. Serei breve, de forma que você veja e aplique rapidamente.


Aquecimento 1
Feche o máximo que der suas mãos, como se fosse dar um soco, conte 5 segundos e abra o máximo que der também durante 5 segundos. Repita três vezes cada movimento.



Aquecimento 2
Com suas mãos horizontalmente na direção do peito, faça uma chave com seus dedos e palmas opostas. Puxe em sentidos opostos e depois troque. Permaneça durante 15 segundos em cada posição.



Aquecimento 3
Com cada dedo, execute um alongamento puxando-o levemente para trás conforme a figura. Permaneça durante 10 segundos em cada dedo. 



Aquecimento 4
Com o polegar e o indicador, faça o formato de um triângulo, vá pressionando levemente indicador com indicador e polegar com polegar de forma que esse triângulo vá diminuindo e, seu músculo entre os dedos indicador e polegar, vão se alongando. Repita 3x (vezes) durante 5 segundos.




como limpar seus pratos!


Algumas dicas com Aquiles Priester!


Fica a dica...Usando a Coordenação.


Independentemente do estilo que você toca, há muitas coisas que pode fazer para tornar seu som melhor, e uma das principais é ter a coordenação necessária para executar (passar para o instrumento) o que você tiver em mente.

A coordenação neste nível é mais do que fazer as combinações de instrumentos, há muito trabalho mental a ser feito.

Há algumas coisas que você pode fazer para melhorar o modo como você soa musicalmente:

1. Escute os estilos de música que você quer dominar;
2. Preste, cuidadosamente, atenção aos detalhes da sua maneira de tocar;
3. Obtenha uma dinâmica e independência sobre todos os seus membros;
4. Grave a si mesmo, numa performance e quando pratica;
5. Pratique até que você toque as coisas de uma maneira consistente. 

Escute os estilos de música que você quer dominar

A regra geral é: você tem que dominar algo antes que possa mudá-la. É claro que isso seria o ideal e ninguém realmente “domina” algo, há sempre mais a ser feito. Mas você soará muito melhor se tiver consciência do que os outros fizeram antes de você. Realmente vale a pena você reservar um tempo para ouvir o estilo de música que está estudando, mas tenha certeza que você não está simplesmente se divertindo e sim prestando atenção no que está acontecendo na música.

Ouça como o baterista se coloca em relação aos outros instrumentos, o que ele fez que você particularmente achou efetivo, o que ele fez que você gostaria de ter a habilidade de fazer também, etc. Com certeza você fará uma lista enorme de anotações, mas a coisa mais importante é você realmente tentar entender a música. Você não vai sempre entender o que ouve, e vai gostar mais de certas coisas que outras, mas isso é uma parte normal do processo de desenvolvimento. Seus gostos mudarão com o tempo. Houve casos em que eu comprei um CD e deixei-o de lado porque não gostei nem um pouco dele, e alguns anos depois, eu os ouvi novamente e os adorei, justamente pelas partes que eu tinha odiado antes. Lembre-se que a música não tem que ser complexa para ser atraente, e geralmente o oposto é o correto.

Preste, cuidadosamente, atenção aos detalhes da sua maneira de tocar

Lembre-se, sua mente vai mudar o que você ouve para te agradar, mas você pode forçá-la a prestar mais atenção no que você está fazendo. Quando você pratica, tente ouvir cada parte individual do exercício. Preste atenção ao ‘equilíbrio’ entre estas partes.

Num contexto de Jazz, por exemplo, o prato de condução e o chimbal são os fatores dominantes e a caixa e o bumbo são o “colorido” do ritmo, assim como no Rock o chimbal e o prato de condução são o “colorido” e o bumbo e caixa são os instrumentos dominantes. Você pode ter um ritmo de Rock sem o chimbal marcando as colcheias, mas não pode tê-lo sem a caixa marcando forte os tempos 2 e 4. Preste atenção para ver se os membros que tocam juntos estão tocando exatamente juntos. Todas essas coisas vão ajudar você a se ouvir melhor, compreender a relação e a função de cada parte do seu corpo com a música, e tornar seu som mais apurado.

Obtenha uma dinâmica e independência sobre todos os seus membros

Como foi mencionado anteriormente, o feeling que cada estilo requer é diferente. Ouça uma Big Band. O que você percebe que o baterista toca predominantemente? É o prato de condução. Agora ouça uma banda de Rock. O que predomina é a caixa e o bumbo. Mas ouça uma banda de música brasileira. Você perceberá que dependendo do ritmo, há um instrumento, ou um grupo de instrumentos, que se destaca. Isso, porque os ritmos brasileiros são feitos originalmente para instrumentos de percussão. Assim, cada seção da música exige a evidência de um instrumento diferente. Se você tiver controle sobre a sensibilidade de cada membro, poderá se “encaixar” melhor em cada situação.

Isto é útil especialmente em estúdio, onde você é requisitado a tocar a caixa um pouco mais alta, ou o bumbo um pouco mais baixo sem alterar os outros instrumentos. O que você precisa fazer para adquirir essa independência de dinâmica é desenvolver uma boa coordenação e praticar bastante.

Grave a si mesmo, numa performance e quando pratica

Este é outro método de examinar e aprimorar o que estamos tocando. A gravação não mente! Assim, você poderá se analisar em todos os aspectos. Ainda lembro da primeira vez em que eu gravei a mim mesmo. Eu disse: “Realmente fui eu que gravei isso? Não pode ser, deve ser a qualidade da gravação!”. Não tente se enganar! Você não se grava para obter uma ótima qualidade de som, mas para verificar seu andamento, se você está executando todas as notas na mesma dinâmica, se você está “tirando” sempre o mesmo som da caixa, pratos e tambores, etc. Se você conseguir um bom resultado com uma gravação caseira, logicamente você terá um bom resultado numa situação real de estúdio ou num show ao vivo.

Lembre-se de fazer as seguintes perguntas a você mesmo: “Estou atrasando ou correndo o andamento?" Todas as notas estão iguais? Está soando como música ou como um monte de timbres aleatórios? Em quais aspectos posso melhorar? E assim por diante.


Pratique até que você toque as coisas de uma maneira consistente

Você deve ter passado pela seguinte situação: você aprende algo difícil, ai sai aplicando o que aprendeu só para mostrar para as pessoas que você tem um assunto (lick ou ritmo) novo, e acaba fazendo algo totalmente fora do contexto musical e até mesmo atrapalhando os outros músicos da banda. A lição que tiramos disso é que, simplesmente saber fazer algo não é o bastante. Para ter a habilidade de fazer algo bem feito, você tem que ter a proficiência sobre o que está fazendo.

Você deve ter a habilidade de fazer algo até mesmo quando estiver dormindo, e fazer bem. A maneira de conseguir isso é seguindo estes conselhos: grave a si mesmo, ouça a si mesmo, critique e avalie a si mesmo, desenvolva um senso de andamento e assim por diante.

Tocando um ritmo básico de Rock, por exemplo, você deverá ouvir o chimbal e verificar se não está muito alto, se está soando sempre igual, se não está variando o andamento, se está num bom volume em relação à caixa e o bumbo. Então aplique estes mesmos conceitos para todos os membros. Sempre trabalhe para a perfeição. A ironia nisso tudo está, que quanto melhor você fica, mais você perceberá seus erros e haverá sempre algo em que você poderá melhorar. As coisas mais importantes para se concentrar são na sonoridade, na exata colocação das notas, no andamento e no groove.


Home Studio - Tipos de microfone



Basicamente existem 3 tipos de microfones: os a condensador (ou condensadores, ou à eletreto, oucapacitivos, whatever...), os dinâmicos e os de fita (ribbon). Cada um possui suas características sonoras, de funcionamento e de manuseio.

Os microfones dinâmicos


Os microfones dinâmicos são os mais comuns e possuem um funcionamento simples. O movimento de uma mebrana metálica em um campo magnético gera ondas elétricas que, quando amplificadas, formam o som.

Pelas suas características mecânicas, os microfones dinâmicos são mais 'duros'. Captam menos detalhes se comparados com os outros tipos de microfone.

Em compensação aguentam altos níveis de SPL (nível de pressão sonora) e são menos sucetíveis a vazametos de outras fontes sonoras. Por isso são os mais utilizados para vocal em palco ao vivo, pois evita que os sons dos monitores realimente o microfone, causando microfonia. 

Quanto maior a cápsula, mais frequências graves e menos frequências agudas o microfone dinâmico capta.



Os Condensadores

Os microfones condensadores possuem o mesmo princípio de funcionamento. Uma membrana metálica vibra em um campo magnético gerando eletricidade. Só que, antes dessa eletricidade sair do microfone, ela é pré-amplificada no próprio microfone através de circuitos internos.

A membrana dos microfones condensadores são maiores e mais delicadas que os do microfone dinâmico. Geralmente são fabricadas com metais nobre, como o ouro.

Pelo fato de ter membrana mais fina e um pré-amplificador interno (circuito ativo), os microfones condensadores são capazes de captar muito mais informação sonora do que os dinâmicos. São usados principalmente para captação de instrumentos com ampla faixa de resposta de frequência. Porém, pelos mesmos motivos citados acima, o condensador é muito vulnerável a realimentação. Por isso são mais utilizados em situação de estúdio, onde se preza a qualidade na captação e o ruído ambiente é baixo.

Como regra, quanto menor a cápsula, menos frequências graves o microfone capta.

Os microfones condensadores precisam de um sistema de alimentação elétrica. Geralmente utilizam Phantom Power, que é um tipo de alimentação de energia fornecida pelas mesas de som através deCABOS BALANCEADOS.


Microfones de fita

Este tipo de microfone não costuma ser muito utilizado para gravação de bateria, salvo exceções onde o técnico de som busca algumas alternativas sonoras para a gravação.

Neste microfone, uma pequena fita é suspensa em um campo magnético. O principio de funcionamento deste microfone é praticamente o mesmo dos dinâmicos.

Estes microfones não possuem uma captação de frequências agudas muito acentuada. São microfones bons para captar frequências médias e médio-graves. São muito utilizados na captação de cubos de guitarra e, em algumas situações, na captação de voz.





Padrão polar

Aposto que você já deve ter ouvido falar nos seguintes nomes (ou em pelo menos UM deles!):cardióide, omnidirecional, figura-8, super cardióide, hiper cardióide...

Estes termos referem-se ao 'padrão de captação' do microfone, e indicam o comportamento do microfone quanto o seu direcionamento. Todos os tipos de microfone possuem uma dessas (ou até todas) características, exceto pelos microfones de fita, que geralmente são figura-8. É muito importante para quem quer saber como posicionar seus microfones no instrumento!

Uma breve explicação de cada termo:

Cardióide - Captam muito bem o que está na sua frente, com pequena depreciação de captação conforme movimentamos para as laterais. Não capta praticamente nenhum som pelas laterais (a 90° e 180°) parte traseira do microfone.











Super cardióide - Possuem maior captação na parte da frente, como os cardióides. Sua depreciação de captação nas laterais é maior (até o ponto onde não existe mais captação), porém capta pouco som por trás do microfone. 

Hiper cardióide - São extremamente direcionais. Uma simples movimentação para as laterais já pode ser motivo para uma bela reduzida no volume de captação. Nas laterais não captam som. Porém, apresenta grande captação na parte traseira do microfone.



Omnidirecional - São microfones que captam de forma igual em qualquer posição que estejam.


Figura-8 - São microfones que captam de forma igual em sua parte frontal e traseira, e não possuem captação lateral.


É isso. Espero que este artigo ajude vocês a esolher seus microfones!

Este artigo não vai ser muito extenso, e espero que ajude a quem está querendo comprar seus microfones para começar as gravações caseiras.


Os tipos de microfone 


Fica a dica - Como manter o foco ao tocar bateria

Você se lembra dos momentos em que você sabia em que deveria estar praticando a sua bateria, mas simplesmente não tinha vontade? É em momentos como esse que você não manteve o foco.

Aconteceu comigo uma vez, quando eu tinha uma sessão de estúdio para realizar e eu simplesmente não estava de bom humor. Eu estava cansado! Era uma tarde de sexta-feira, foi uma semana longa e difícil, e eu estava acabado! Enquanto eu dirigia para o estúdio minha mente foi consumida pela simples vontade de assistir televisão.

De qualquer forma, lembro-me de eu estar indo até o estúdio de bateria e pensando: “Cara, eu não quero fazer isso agora”. Mas, eu decidi que seria melhor me focar na bateria, pois tempo é dinheiro no estúdio. Se você já fez algum trabalho em estúdio, sabe o que quero dizer.

Bem, no caminho para o estúdio eu comecei a pensar sobre as canções que eu estava prestes ‘colocar a bateria’. Também comecei a pensar sobre o fato de que essas faixas de bateria serão permanentes. As pessoas vão ouvi-las e eu quero que elas estejam o mais próximo da perfeição possível. Eu sabia que tinha que me concentrar de alguma forma e entrar no clima - agora!

Assim, muitas pessoas dão qualquer desculpa para não fazer alguma coisa, porque elas simplesmente não estão no clima. Quando se trata de responsabilidade, se uma pessoa está de bom humor ou não, não importa. Se você tem um tempo de estúdio reservado e paga um bom dinheiro por isso é melhor você estar de bom humor, ou pelo menos entrar no clima!

A melhor maneira que eu encontrei para mudar o meu humor [a qualquer momento] em relação a algo é simplesmente começar a pensar de uma maneira diferente. Sentimentos seguem pensamentos – basicamente, eu só mudo o meu pensamento.

Naquele dia, eu decidi limpar a minha mente de todo aquele barulho na minha cabeça e só mentalmente ouvir as músicas que eu iria tocar. Bati no meu volante enquanto dirigia e, honestamente, foram apenas poucos minutos para eu começar a "sentir." Quando eu cheguei no estúdio, estava mais do que pronto para ‘colocar’ minha bateria.

Na próxima vez que você tiver um encontro com seu set de bateria e não estiver a fim de tocar, quer dizer que você não está focado. Sei que você pode mudar seu foco em um instante, porque os seus sentimentos seguem os seus pensamentos, você pode mudar o seu pensamento e automaticamente mudar o seu humor.

Danny Brown is the author of the "How to Play Drums" e-Letter! Learn toplay the drums and excel – Subscribe to his FREE Drum Tips e-Letter anddownload his FREE Special Report: Drummer Essentials at:http://www.dbdrumtips.com


Lista de sugestões para a prática de bateria


Muitos bateristas não se sentam no seu instrumento para praticar, e sim apenas para tocar. Tocar somente o que você já sabe é divertido e pode ser ótimo para manter certas técnicas em dia, mas pouco progresso será obtido.

Se você estiver no meio “baterístico” apenas por hobby, “progredir” no instrumento provavelmente não seja uma grande prioridade para você. Se for esse o seu caso, continue a fazer o que você está fazendo, e divirta-se. 

Por outro lado, se você quiser progredir como baterista, você terá de se concentrar. Você simplesmente não pode se sentar em seu kit de bateria de vez em quando e apenas “bater” em qualquer peça que estiver na sua frente. Você precisa ser claro em relação ao que é que precisa trabalhar, e depois aplicá-lo numa situação real.

Cada vez que pratica, você deve criar um desafio de realizar algo ainda não dominado. 

Quando você se senta em seu set de bateria você sabe o que deve praticar? Muitos bateristas não têm ideia do que eles precisam estudar para se tornarem melhores. Esta falta de informação pode matar o seu potencial no instrumento.

Às vezes, mesmo quando sabemos o que devemos praticar, nosso treino ainda pode ser ineficaz, simplesmente por causa de uma falta de foco.

Se você já se pegou dizendo: "Eu não sei o que praticar", ou "O que eu me esqueci de praticar hoje?", essa “lista de sugestões” lhe fará bem. Pendure-a em sua parede e escolha qual exercício que você quer trabalhar antes de começar seus estudos:

- Stick Control [combinações de mãos]
- Tocar com metrônomo
- Compassos compostos
- Controle dos dedos
- Liderar com a mão esquerda [para os destros]
- Pedal duplo
- Andamentos rápidos
- Andamentos lentos
- Agrupamentos Ímpares (3, 5, 7, 9, etc.)
- Polirritmia
- Deslocamento do de groove/modulação métrica
- Shuffles
- Perfomance de palco (girar as baquetas, etc.)
- Criar seus próprios padrões e ideias
- Padrões de acentuação
- Tercinas aplicadas na bateria toda
- Semicolcheias aplicadas na bateria toda
- Mão esquerda e pedais
- Técnica de vassoura
- Condução com mãos alternadas no chimbal
- Solo
- Gravar a si mesmo e analisar
- Estudar os 40 rudimentos

Há provavelmente muito mais coisas para listarmos aqui, inclusive o estudo da sua própria técnica e sua “assinatura” no instrumento. Mas, lembre-se de estar trabalhando em algo novo em todos os momentos.

O principal é – mantenha-se desafiado o tempo todo e nunca fique demasiadamente satisfeito. Esforce-se para melhorar constantemente durante cada sessão de estudos, e não diga novamente: "Eu não sei o que praticar."

Danny Brown is the author of the "How to Play Drums" e-Letter! Learn toplay the drums and excel – Subscribe to his FREE Drum Tips e-Letter anddownload his FREE Special Report: Drummer Essentials at: http://www.dbdrumtips.com


Ouça e escreva sua própria partitura.


Aprender a escrever suas próprias partituras é um hábito que devemos desenvolver, não importando se você é um baterista em atividade ou apenas um iniciante. 

Quer você toque com a mesma banda toda noite ou como um freelancer (tocar com várias bandas), há muitos benefícios em escrever suas próprias partituras. A maioria das partituras escritas para bateria são muito "pobres". Elas geralmente oferecem nada mais do que alguns acentos que você deve fazer junto com a banda. E as partituras que mostram os ritmos e os fills, geralmente estão incorretas. Por estas razões, se eles te entregam uma partitura ou não, você deve aprender a escrever as suas. 

A Partitura Caseira

Suponha que você tenha uma nova música para trabalhar. Se você receber a partitura dela, use-a como uma base para criar a sua. Se não receber, você pode escrever uma. Primeiro faça um esboço da música toda num papel em branco. Se houver uma "intro", inclua-a no papel, mas não coloque nenhuma nota ainda. Depois inclua as outras partes da música. Faça uma anotação acima de cada seção da música, por exemplo, verso, chorus, ponte, fill, etc. Anote também, as seções onde haverá solos ou entrada de um cantor. Uma vez que você acabou o esboço da música toda, é hora de adicionar os detalhes. 

Se você tem ensaiado com algumas bandas, deve ter notado que eles servem para fazer a checagem e alguma alteração da música, se for necessário. Serão adicionados alguns elementos e substituídos outros até que a banda resolva que o arranjo está pronto. O mesmo serve para sua parte. A música deve te dar uma idéia de qual groove você vai usar, mas o groove exato é algo que você vai experimentar e descobrir com a banda toda. É aí que entra sua percepção. Você deve ouvir cuidadosamente o que os outros músicos estão tocando e tentar encaixar seu padrão rítmico na música. 

Neste ponto, sua partitura deve consistir de uma ou mais folhas com compassos vazios, e apenas algumas anotações acima de cada seção identificando-as como Intro, Verso, Solo, Ponte, etc. Você deve marcar também o andamento e o gênero a ser tocado (funk, rock, samba, etc.). Agora vem a melhor parte. 

Preste Atenção ao Ritmo

Da primeira vez que você tocar a música, preste atenção ao contrabaixo. Se não houver um baixista, preste atenção na "linha de baixo" (mão esquerda) do piano/teclado. Se o tecladista não está fazendo a linha de baixo, saia da banda. (Estou parcialmente brincando aqui). Uma banda sem baixo é uma banda sem coração. Ok, vamos assumir que sua banda tenha um baixista. Você e o baixista têm que completar um ao outro, não competir um com o outro. O baterista deve seguir o padrão rítmico do baixista e vice-versa. Não exatamente nota por nota, mas próximo a isso. Isso dá ao resto da banda uma base sólida. O próximo membro da banda que você deve ouvir, é o tecladista. Se não houver um tecladista ouça o guitarrista. Seu padrão rítmico não deve conflitar com o padrão do guitarrista. Se a sua banda inclui um percussionista, você também deve prestar atenção ao que ele está tocando. Uma vez que você definiu o padrão rítmico, escreva-o na sua partitura. O fator "ouvir" é muito importante. Há muitos bateristas que tocam bem sozinhos, mas soam horríveis acompanhando uma banda. É porque eles não ouvem ninguém na banda além deles mesmos. Você pode ser o maior solista de todos os tempos, mas para soar bem com uma banda você deve se tornar parte desta banda. Ouça cuidadosamente o que os outros membros da banda estão tocando e complete cada um deles. 

Uma vez que você definiu os padrões rítmicos, você pode se concentrar nos acentos que deve fazer junto com a banda. Com certeza você não vai decorar todos eles. Então anote-os na partitura.

Agora, sua partitura deve conter o seguinte:

- A indicação do andamento. 
- O gênero de música a ser tocado (jazz, rock, etc.). 
- O esboço da partitura toda dividida em compassos. 
- Seções musicais com suas respectivas marcações (verso, solo, fill, etc.). 
- O padrão rítmico escrito em detalhes. 
- Todos os acentos que você fará com a banda. 
 
Se a música tem uma linha de voz, você poderá marcar algumas das principais palavras da letra. Também, (a menos que infelizmente você esteja numa banda em que você tenha que tocar exatamente os mesmos fills, exatamente nos mesmos lugares) não escreva os fills, use somente a palavra FILL e deixe-os fluir de acordo com o momento. 

Quando escrever sua partitura, esteja certo que ela está compreensível e legível a uma certa distância. Não inclua codas e sinais de repetição complicados demais, a ponto de fazer você se perder. É mais interessante escrever uma partitura um pouco longa e fácil de seguir do que uma curta e fácil de se perder. 

Uma vez que você tenha várias destas partituras "caseiras", procure fazer um arquivo pessoal. E não se esqueça de ter uma cópia de cada uma em caso de perda. 

Se você acha que ler uma partitura num show não é uma atitude profissional, você tem duas escolhas: memorize todas as músicas que for tocar ou coloque a partitura numa posição que o público não possa vê-la. 

Mesmo que você não tenha a intenção de usar as partituras nos shows, eu recomendo que você as transcreva assim mesmo como um meio de treinar sua percepção e as use nos ensaios pra verificar se estão certas. As partituras ajudam a visualização da estrutura musical como um todo. E lembre-se ouvir é um dever!


Copyright © 2011 by TigerMix.com, Inc. All Rights Reserved. 
Reprinted with permission from Tiger Bill Meligari


Três passos para aumentar seu nível de proficiência na bateria


Há muitas maneiras de aumentar a qualidade de sua maneira de tocar bateria e todas elas podem ser resumidas nestas 3 etapas vitais...


1. Desenvolver a confiança

Muitos aspirantes a músico vão escolher a bateria porque são tímidos e querem permanecer em segundo plano.
A verdade é que seu corpo pode estar em segundo plano, mas sua presença musical será certamente notada!

Se você quiser ser o baterista de uma banda, então você será a âncora desta banda. Os outros músicos vão contar com a sua pulsação e toques firmes que irão manter tudo no lugar certo. Tudo que você faz atrás de sua bateria, não somente será ouvido, mas sentido, simplesmente porque você vai ser o responsável pelo andamento.
Esta noção de querer ser um baterista para poder se esconder atrás de uma bateria é ridículo. Você não vai se esconder de ninguém! É por isso que é importante que desenvolva confiança na sua maneira de tocar, e a primeira maneira de fazer isso é esquecer a idéia de que você está escondido. Seu pensamento deve ser o de estabelecer o seu lugar na banda. Saber quem você é e por que você está lá. O resto, então, se encaixará por si só.


2. Ame seu Instrumento

Se qualquer músico realmente quer dominar seu instrumento, ele deve adorá-lo. O que quero dizer com "adorá-lo?" A melhor maneira de entender isso é relacionar o amor pelo instrumento com o amor por uma pessoa.
Muitas pessoas pensam que o "amor" é um sentimento, mas não é um sentimento. Por exemplo, eu amo minha esposa, mas eu nem sempre gosto dela (suponho que ela provavelmente possa dizer a mesma coisa sobre mim).
O amor é uma palavra de ação. Que significa adorar, cuidar, aprender sobre, edificar, ser leal a, ser dedicado a, estar comprometido com, apoiar, proteger e promover. Quando você faz essas coisas o sentimento de amor vem automaticamente.
Então, como você pode dizer se você realmente ama a sua bateria? Você pode dizer se você ama sua bateria pelas prioridades que você coloca em relação a ela. Ela deve ter alguma prioridade em sua vida, caso contrário sua bateria é apenas um hobby.


3. Seja Humilde

Se um baterista realmente quer aumentar o seu nível de desempenho no instrumento, é fundamental que mantenha sua mente aberta.
A mente é como um paraquedas, só funciona quando está aberto. É por isso que é tão importante manter-se humilde. Bateristas arrogantes nunca crescem além de seu atual nível, porque não acham que há mais o que eles possam aprender. Que tolice! Há sempre mais a aprender... e qualquer baterista avançado pode aprender a partir de um intermediário, ou até mesmo de um novato!
À medida em que você continua a aprender, você também será capaz de ensinar. Quando você começar a ensinar, vai se surpreender com as coisas que você vai aprender (se você é professor, já entende o que quero dizer).
É fundamental continuar a aprender e a crescer se você quiser aumentar o seu nível musical. Permanecer humilde é o único caminho através do qual você pode fazer isso. Como em qualquer outra coisa, você deve ser absolutamente confiante no que está fazendo e o conhecimento pode torná-lo confiante.
Por favor, não confunda confiança com arrogância. Confiança é o que faz de um bom baterista, um grande baterista. Arrogância é o que faz de um bom baterista, somente um baterista! Eu não sei sobre você, mas eu certamente não quero tocar música com um idiota arrogante que acha que ele ou ela é melhor do que todos os outros.


Conclusão

Quando você desenvolve a confiança em seu propósito como baterista, aprende a amar a sua bateria, dando-lhe alguma prioridade em sua vida, em conjunto com uma boa dose de humildade, o seu nível musical irá aumentar consideravelmente.


Fica a Dica ... Pratica Saudável!


Mesmo trabalhando em condições adequadas tudo sofre um desgaste natural. O tipo de atividade que um instrumentista está exposto exige bastante esforço físico, mental e emocional. É importante termos consciência desses aspectos para podermos estudar e tocar de uma maneira saudável.
O estudo constante de técnica e coordenação demanda um grande esforço físico. Transcrever músicas, participar de ensaios e estar atento a todos os detalhes para que tudo ocorra perfeitamente bem nos shows, consome bastante energia mental. A quantidade de material para estudar, a pressão do mercado e da “concorrência” e a própria situação de palco resultam em um belo desgaste emocional. Se somarmos isso ao peso do nosso instrumento, ao “monta/desmonta”, as noites mal dormidas, teremos que convidar um médico para escrever este texto.


Posicionamento das peças da bateria

O posicionamento das peças da bateria deve ser ajustado de uma maneira que fique confortável para tocarmos. Nunca monte a bateria pensando no “visual” e sacrificando o seu desempenho. A altura e ângulo das peças devem estar de acordo com sua estrutura física possibilitando que você tenha um ótimo rendimento com o menor esforço possível. A dica é experimentar!


O banquinho

O banquinho é uma das peças mais importantes da bateria! Não economize na hora de escolher o seu. Do banco vai depender a sua postura e equilíbrio diante da bateria. Faça um teste com várias alturas de banquinho e analise a movimentação dos seus músculos, seu equilíbrio e a sua resistência em cada uma delas. Nunca use cadeiras!


Postura

Manter uma boa postura vai fazer com que você fique relaxado e trabalhe de uma maneira mais equilibrada, evitando sobrecarregar apenas um lado do corpo. Bateria é um instrumento que exige destreza e sensibilidade dos quatro membros, portanto temos que ter um ponto de equilíbrio. Este ponto é definido pela postura.


Esforços repetitivos

A execução perfeita de um instrumento é resultado de muito estudo e muita repetição de movimentos. É importante que, desde o início, nos acostumemos a observar a reação do nosso corpo aos movimentos que são propostos. Desta maneira poderemos escolher o melhor caminho para chegarmos aos nossos objetivos.


Alongamento e aquecimento


Muitas pesquisas foram feitas e já foi provado que tocar bateria por algumas horas requer uma condição física comparada a de muitos atletas. Por isso, nada mais justo do que fazermos um alongamento e aquecimento antes de estudar ou tocar. Para aquecer, você pode tocar alguns exercícios para as mãos e pés nos pads - começando lento!


Cuide dos seus ouvidos!

Use sempre protetor auricular quando estiver exposto a um volume sonoro muito intenso, na hora de praticar e, sempre que possível, na situação de palco. É muito comum os músicos que trabalham com “click” em shows, exagerarem no volume por medo de perder a pulsação. Lembre-se de que a perda de audição é um processo irreversível!
Nossa idéia aqui é somente alertar para a importância de conhecermos as técnicas que nos auxiliam no nosso desenvolvimento, procurando ter uma rotina de estudos que envolva disciplina de horários, atividades extras que sirvam de “higiene mental”. Até que ponto sua prática está sendo saudável para você?


Leitura Musical por Batera.com - Parte 1


Introdução
A escrita musical é um sistema de linguagem que visa representar graficamente os sons produzidos pelos instrumentos musicais, pela voz humana ou qualquer outra fonte sonora.
Podemos fazer uma analogia entre a escrita musical e a língua portuguesa. Por exemplo, na fala nós produzimos sons que querem dizer alguma coisa e, se quisermos registrar essa fala, escrevemos em um papel. Não é igualzinho à música? Temos o som de um instrumento, e para registrá-lo anotamos num papel. Do mesmo modo que estudamos o alfabeto, os sinais de ortografia, os acentos gráficos, etc., aprendemos as figuras musicais, as pausas, os sinais de repetição, os sinais de expressão, e assim por diante. É claro que isso leva certo tempo. Ninguém aprende a ler um livro em dois dias! Portanto, tenha paciência e procure compreender todo o sistema, propondo metas e vibrando a cada nova conquista em direção aos seus objetivos.
Deste modo, se você está interessado em aprender a ler e escrever música, você deve ter o acompanhamento de um professor que te guie pelo menos no básico, que são os valores das figuras e pausas, e todos os respectivos sinais e símbolos relativos a ela. Depois de compreender como funciona o esquema de escrita musical, você poderá "se virar sozinho", pesquisando métodos, revistas e transcrevendo o máximo de músicas que puder.

Funções da Escrita Musical
Outro aspecto que divide opiniões entre os músicos é a utilidade da escrita musical. Ninguém é obrigado a saber como se escreve música. Há grandes músicos que não sabem ler uma nota. A leitura não é uma obrigação e sim uma ferramenta do músico. Vou citar três situações onde a partitura pode te ajudar:
• Imagine que você está tocando numa banda de baile com 120 músicas no repertório e, a cada semana, entram 10 músicas novas. Você vai precisar de uma "memória de elefante" ou de uma pasta com as músicas escritas;
• Vejamos agora você num estúdio, onde o maestro fez os arranjos de um disco com 12 faixas inéditas, e nestes arranjos temos duetos com percussão, convenções com os metais, introduções de bateria, trechos com variação de fórmula de compasso, etc. Se você não for o dono do projeto, com certeza não vai ter tempo de ficar estudando e decorando as músicas no estúdio;
• A partitura também te ajuda a criar seus próprios exercícios e auxilia na hora de você passá-los para alguém. Torna-se mais prático os músicos falarem uma linguagem única, ao invés de ficarem cuspindo as sílabas "tá tum pis tum tum" ou imaginando onde estaria aquele prato que “cai fora do tempo” mas ninguém sabe onde está.
É importante que fique bem claro que a partitura é uma ferramenta do músico. Não aprenda a ler somente para dizer: "Eu leio música, eu sou o cara!". Tome muito cuidado para não virar apenas um colecionador de métodos e partituras, faça MÚSICA!

Simbologia
Como toda linguagem, a música tem seu sistema próprio de símbolos. Vamos ver como ele funciona.

Pentagrama
A grafia própria da música se chama notação, isto é, uma grafia por meio de notas. Neste sistema, as figuras musicais são escritas sobre uma pauta composta de cinco linhas horizontais paralelas (pentagrama) e quatro espaços, contados de baixo para cima.
A notação musical pode expressar a duração e altura de cada nota, o instrumento a ser tocado, o andamento (velocidade) da peça musical, e até mesmo a intensidade (força) com que tocamos as notas. Ela nos mostra onde o som da nota começa e qual a duração deste som. A indicação de duração é determinada pelo formato da nota. Veja abaixo as partes que compõem uma figura musical:
Toda nota possui uma “cabeça”. Toda vez que houver a cabeça de uma nota haverá um som. É super simples! A cabeça da nota pode ser vazia ou cheia. Às vezes a cabeça da nota possui uma haste. Como está indicada abaixo, a haste pode estar virada para cima ou para baixo, dependendo da posição da nota no pentagrama. Notas abaixo do centro do pentagrama geralmente têm sua haste para cima e notas acima do centro do pentagrama geralmente têm sua haste para baixo.
No caso da bateria, como representamos vários instrumentos ao mesmo tempo (bumbo, caixa, tambores, pratos, etc.), posicionamos as hastes de maneira que a escrita fique clara. Observe a diferença, nos exemplos abaixo:
Os colchetes também são usados para determinar a duração da nota. Uma haste pode ter até quatro colchetes. Estudaremos este conceito mais tarde.

Sistemas Alternativos
Para a notação de um único instrumento de percussão atonal (altura da nota não determinada), pode-se usar o sistema de apenas uma linha. Veja o exemplo da caixa:
Alguns compositores usam sistemas de 2, 3 ou 4 linhas para representar grupos de instrumentos de percussão atonais. Exemplo:


Tocar Bateria - Você é organizado?


O que significa ser um baterista “organizado”?
Quando sua banda toca uma música, você toca da mesma maneira todas as vezes? Se não, você deve. Aqui está o porquê...
Tudo pode ser resumido em uma palavra chamada "previsibilidade." Muitos bateristas nunca vão tocar uma música da mesma forma duas vezes. Isto, muitas vezes, “dá uma rasteira” nos outros músicos, potencialmente causando uma variação no andamento ou aumentando as chances de ocorrer um equívoco.
Como baterista, é de sua inteira responsabilidade fornecer a base para a música. Isto significa que tudo que você faz por trás do kit de bateria é vital. Qualquer coisa que você fizer fora do comum, ou algo que a outros músicos não estão acostumados a ouvir, realmente tem o potencial de estragar as coisas.
Experimentar é definitivamente uma coisa boa, e é por isso que nós praticamos, mas na hora de tocar, as experiências ficam de fora. Você deve decidir o que vai fazer e depois cumpri-lo. Nunca faça algo que os outros músicos não estão esperando ou você pode acabar criando uma situação de caos.
Previsibilidade é extremamente importante! Os outros músicos devem saber o que você vai fazer antes de fazer isso. Um baterista excepcional é previsível, preparado e organizado. Pessoalmente, sempre me incomodou quando um companheiro de banda vinha tocar conosco e não estava preparado. Não é justo com os outros membros da banda que estão preparados para o trabalho.
Tem-se dito que, quando a preparação e oportunidade se encontram, ocorre o sucesso. Eu não sei que tipo de "sucesso" você está esperando, mas uma coisa é certa, quando a oportunidade bater à sua porta, será mais provável você encontrar-se com ela, se você for uma pessoa preparada e organizada.


Quatro dicas para superar a frustação nos estudos por batera.com

Quatro dicas para superar a frustação nos estudos


Aprender a tocar bateria pode ser uma experiência extremamente frustrante para quem nunca ‘sentou’ no instrumento antes. É por isso que a maioria dos novatos desiste logo de início. Eles pensam: “Que droga, eu nunca vou aprender a tocar este instrumento”.
É verdade que algumas pessoas levam mais tempo para aprender do que outras, mas isso, definitivamente, não é razão para desistir. As pessoas devem ser pacientes consigo mesmas, em tudo o que se propuserem a realizar. Não é nada realista esperar tocar um instrumento da noite para o dia.
Lembre-se, a frustração é uma ocorrência natural em qualquer coisa nova que você se propõe a fazer. Mas ela é apenas temporária, se sua vontade for mais forte do que ela.
Há quatro pontos principais que devemos prestar atenção ao tocar a bateria ou qualquer outro instrumento. Digo mais, não apenas aprender a tocar, mas também tornar-se cada vez melhor e desenvolver novas habilidades. Aí vão eles:
1. Ser paciente!
Não é realista esperar a perfeição de um dia para outro. Leva tempo para desenvolver habilidades na bateria, uma vez que ela requer uma combinação de coordenação, técnica e timing, coisas que geralmente não são naturais.
É por isso que você deve desenvolver estas habilidades. Claro, é frustrante, mas tente manter a calma. Elas virão com a prática.
Pense em todas as coisas que você faz todos os dias que necessitam de coordenação, como andar, falar e comer. Essas coisas foram todas aprendidas. Você não era capaz de fazer qualquer uma delas de maneira adequada quando você era um bebê. Mas você as desenvolveu. Claro que você ficou frustrado, mas ainda assim aprendeu, porque tinha que fazer. Não houve escolha. São coisas que o ser humano necessita fazer para sobreviver.
Você tem uma escolha quando se trata de sua bateria? Claro que sim. A questão é: “quão ruim você quer sobreviver como baterista?”.
2. Prática, Prática!
Como eu disse, as habilidades na bateria requerem uma combinação de coordenação, técnica e timing, e isso certamente virá com a prática. Aqui a questão é: “você vai suportar a frustração que você deve passar para poder desenvolvê-las?”.
A principal coisa a lembrar é que, quando você sente que está começando a ficar realmente irritado... Pare! Tente novamente [mais tarde]. Às vezes, quanto mais você tenta praticar de uma maneira frustrada, pior você fica. A melhor coisa a fazer é dar uma pausa e começar novamente numa outra hora.
Outra coisa a lembrar sobre a prática da bateria é... Eu não acho que você deve praticar exaustivamente num período determinado de tempo.
Há realmente uma espécie de magia que acontece quando você dedica um pouco de tempo diário ao estudo da bateria. E, se você é capaz de manter uma prática de pouco tempo, porém diária, será fácil de controlar como você está progredindo, porque suas melhorias serão perceptíveis. O que irá mantê-lo definitivamente inspirado!
3. Não se compare!
Por alguma razão bateristas sempre comparam as suas próprias fraquezas com as forças de outros bateristas. Não há realmente nenhuma maneira de se sentir bem consigo mesmo se você fizer isso. Não é justo, e não há lógica nisso. Apenas esteja consciente disso.
O seu estilo de tocar bateria é o seu próprio, e você deve desenvolvê-lo o melhor que puder. Você não precisa tocar como qualquer outra pessoa. Claro, é bom se você puder aprender alguns ‘truques’ com outro baterista, mas existem alguns ‘truques’ seus que estão apenas adormecidos. Talvez se você parar de se concentrar em ser tão parecido como seu baterista favorito você possa trazer suas próprias qualidades à tona.
Seja seu próprio melhor amigo e perceba que você tem algo especial que o mundo precisa ouvir.
4. Mantenha sua paixão!
Procure lembra-se sempre do seu sonho de se tornar um grande baterista, isso vai te guiar pela estrada que te leva aonde você quer chegar.
Quando você se desviar dessa estrada, olhando para os obstáculos em seu caminho, ficará desanimado e, eventualmente, desistirá. Trabalho, família e responsabilidades de todos os tipos conseguem distraí-lo de seu tempo dedicado à bateria. Procure gerenciar bem o seu tempo e programar-se. Não deixe que a cauda abane o cachorro! Permaneça no controle.
Aqui estão... Quatro dicas para superar a frustração com o seu sonho de ser um bom baterista. Se você aplicar estas quatro dicas você poderá levar seu nível de satisfação na bateria para onde quiser.

Isso é uma realidade!  tive duas amigas que queriam aprender a tocar, mais faltava nelas justamente essas 4 dicas ai, embora eu tenha falado isso a elas mesmo assim continuaram com a mesma linha de raciocínio...