Welcome

Onde há uma vontade, há um caminho, Se você tem uma vontade, você pode fazer o seu caminho... (Aquiles Priester)
Mostrando postagens com marcador news. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador news. Mostrar todas as postagens

Batera Club está sorteando brindes, paticipem!



Modern Drummer apresenta...
















Clique em "More" para ver toda a postagem.


MODERNDRUMMER Apresenta...



Batuka brasil!!


PROMOÇÃO Batera clube...




Clique em "More"para ver toda a postagem.


Só os Melhores: Bateras, Equipos e Leitores! Modern Drummer


Batera Clube informa! Liquidação PDP X7 Maple e muito mais!‏


Clique em "More" para ver toda a postagem!


Cofiram as caixas Black Panther!!




clique em "more" para ver toda a postagem.


Aquiles Priester: no ranking mundial da Modern Drummer USA!


baterista Aquiles Priester publicou em sua pagina oficial no Facebook uma postagem referente ao seu nome ter sido listado na Modern Drummer Norte Americana como o 5° melhor Baterista de Prog do Mundo e 3° Melhor DVD Educacional do Mundo, no ano de 2010!
Aquiles que vem de uma sequencia de grandes feitos para sua carreira ultimamente, tendo participado da audição para o posto de baterista do Dream Theater, e ter se apresentado no mês de Maio do Modern Drummer Festival, nos estados unidos, segue realizando uma extensa turnê de workshops e shows no Brasil com sua banda Hangar, divulgando álbum "Infallible".


Som Extremo entrevista o baterista Steve Asheim do Deicide!

Imagem

Som Extremo: Olá, STEVE. O DEICIDE está mais forte do que nunca. Qual foi a verdadeira inspiração que tiveram para fazer o grande “To Hell with God”?
STEVE ASHEIM: Obrigado pelo cumprimento. Bem, sentimos como se estivéssemos mais afiados nesse momento, como se realmente “mandássemos brasa” por aí. Não sei. Acho que a inspiração vem apenas no fazer um bom trabalho e gravar coisas realmente pesadas. É algo que ainda adoramos fazer, pelo menos fizemos esse ano. Eu sei que fiz. Sim, a inspiração é apenas tocar pesado pra caralho.
Som Extremo: O álbum está mais melódico. É influência de Ralph Santolla apenas?
ASHEIM: Acho que Ralphy já é melódico por natureza. Entretanto, se você escutasse a gravação sem os solos, não acho que soaria tão melódico. É claro que contamos com Ralphy para trazer alguma coisa melódica de qualidade ao projeto. É sua maldição. Mas acho que ele equilibra as dissonâncias do material com partes melódicas aqui e ali, como um pintor que usa luz e sombra para contrapor um ao outro. A cada acentuação de um, o outro se torna mais ou menos relevante em determinada situação.
Som Extremo: O DEICIDE (quase) alcançou a perfeição com “To Hell with God”. Concorda com isso?
ASHEIM: Puxa, muito obrigado. Não me lembro de quando um entrevistador foi tão legal. Sim, foi uma ótima gravação, direi, mas “quase perfeito”? Bem, apenas vou em frente e concordo com você nisso. Ha! Entretanto apenas tentamos nos livrar das coisas que não precisávamos e enfatizar o que gostaríamos que se mantivesse. Uma vez que você corta a gordura, fica com a carne pura e as batatas. Droga, agora estou com fome.
Som Extremo: Quando o DEICIDE voltará ao Brasil?
ASHEIM: Estamos tentando ver se voltamos no final do ano. É realmente ótimo tocar aí, onde o metal parece uma paixão nacional, como o futebol. Isso me lembrou que também tenho que voltar aí logo. Tenho várias jovens esposas espalhadas pelo país, e preciso saber como estão, ter certeza de que todas as crianças estão bem.
Som Extremo: O que mudou na cabeça dos membros do DEICIDE desde o começo da banda?
ASHEIM: Acho que aprendemos a não esperar muito mais do que já temos. Você sabe, as coisas são difíceis, ou talvez seja apenas nós, mas não criamos expectativas sobre as coisas. Tento não me preocupar com isso.
SomExtremo: Qual a sua opinião sobre o cristianismo e religiões em geral?
ASHEIM: Tento não me envolver pessoalmente nessas questões. Não preciso disso, não presto atenção, não peço por nada. Acho que outras pessoas (que acreditam em religiões) poderiam fazer o bem sem isso, ao menos a bondade que já fazem com suas crenças. Parece que a maioria das pessoas apenas precisa crer em alguma coisa. Elas deveriam somente acreditar em si mesmas. Então o que sei é que não ouviria conselhos de mim mesmo para a vida.
Som Extremo: O que pensa sobre a atual cena de metal extremo? Que bandas recomenda?
ASHEIM: Acabamos de terminar a turnê americana com algumas bandas canadenses que são muito boas. Elas são bem pesadas. Destaco Neuraxis e Pathology, cujos integrantes são caras muito legais e tocam realmente pesado.
Som Extremo: Quais bateristas inspiram você?
ASHEIM: Eu poderia citar uma lista de bateristas, mas falarei de um que me inspirou e ainda inspira: Buddy Rich. Ele dominava quando jovem e se aperfeiçoou cada vez mais com o tempo. Ele destruía aos 60 anos, mas acho que foi surpreendido por um ataque cardíaco. Ele tentou continuar, mas não era tão bom quanto antes. Estava assistindo alguns de seus antigos vídeos com um amigo também chamado Buddy e estávamos pirando. Eu piro toda vez que o assisto. Há muitos grandes bateristas hoje, mas nunca haverá ninguém como Buddy Rich.
Imagem



Os 10 maiores bateras de todos os tempos, segundo o site Gibson!

Os tambores são a espinha dorsal de uma banda. Um mau baterista perde o ouvinte. Um bom baterista mantém o público envolvido e balançando a cabeça junto com a batida.


10. Ringo Starr (The Beatles)


   Ringo Starr estava longe de ser um baterista chamativo, e ele salvou o seu único solo de bateria no The Beatles para a última música em seu álbum final. Mas mesmo com um perfil discreto, Ringo era parte integrante dos Beatles. Não só a sua inventiva, ajuda excêntrico baterista dos Beatles dão um som único, mas ele cumpriu papéis outra banda. Ringo foi visto como o Beatle mais compreensível e eventualmente se tornou o moderador durante as discussões da banda, especialmente nos dias mais tarde. Após o Fab Four se desfez, Starr seguiu carreira solo, e ele tinha muitos sucessos solo com grande "Photograph", "You're Sixteen" e "It Don't Come Easy". Sem Ringo, os Beatles não seriam os Beatles.




9. Stewart Copeland (The Police, Oysterhead)

Stewart Copeland é famoso pela sua fusão criativa de rock, jazz, Oriente Médio e as batidas do reggae. Como baterista do The Police, que trouxe dinamismo e emoção às melodias de Sting. Depois que a polícia envolvida em turnê em 1984, Copeland se envolveu em projetos experimentais com Les Claypool (Oysterhead), Orchestralli (seu projeto de orquestra) e trilhas sonoras compostas para filmes Airborne, Wall Street, Highlander II: The Quickening e outros.






8. Josh Freese (A Perfect Circle, Devo, Nine Inch Nails)


Um dos mais procurados bateristas de estúdio em música rock, tanto para a sua precisão e jackhammer groove, Josh Freese tem aparecido em quase 300 registros, inclusive Puddle of Mudd, The Offspring, 3 Doors Down, Avril Lavigne e Tracy Bonham. Ele é também o homem capas de A Perfect Circle, Devo e The Vandels e excursionou com o Nine Inch Nails e Guns N 'Roses. Não muitos bateristas posso honestamente afirmar que a experiência em cada determinado estilo de música, do rock ao jazz, metal, mas sua capacidade é executado a gama de música moderna.





7. Ginger Baker (Cream)


Durante seu tempo de lotação do kit de bateria para o Cream, Ginger Baker, essencialmente, inventou o rock solo de bateria. Seu uso pioneiro de dois bumbos Baker marcado como um dos bateristas mais influentes dos anos 60, com um som estrondoso de espessura que inspirou o baterista de metal pesado que quase todos os seguiu. Mesmo depois de Cream se separou em 1968, Baker foi para provar apenas como influente no mundo musical e jazz, demonstrando um grande talento que transcende gêneros.







6. Mike Portnoy (Ex-Dream Theater)


Como baterista e membro fundador de Dream Theater, Mike Portnoy ajudou a definir o estilo rock progressivo bateria com uma abordagem básica, mas meticulosa com a técnica. Enquanto Portnoy não era o jogador mais rápido ou flashiest solista, seu principal objetivo era servir o maior retrato musical e experiência, sempre que necessário. É essa atenção ao detalhe e criatividade que chamou a atenção dos jovens metaller Avenged Sevenfold, que recrutou Portnoy em turnê com eles em 2010. Enquanto o movimento de fãs chocados Dream Theater, ele mostrou motivação continuada Portnoy para evoluir e assumir os desafios impressionantes.





5. Lars Ulrich (Metallica)


Metal não viu um baterista mais interessante e talvez excêntrica do que Lars Ulrich. Como membro fundador, compositor e baterista dos titãs de metal Metallica, Ulrich tem sido a força surra atrás de alguns dos metais mais conhecidas faixas já gravadas. Seu estilo de tocar bateria é simples, mas sempre inteligente e forte. Ele não fica no caminho da mensagem, com vistosos enche e bumbos, mas usa de retenção com suas peças de bateria, deixando o básico, essencial muscular. Com forte influência do Metallica, não é nenhuma maravilha Ulrich é um dos bateristas mais popular e inspirador dos poucos últimas décadas.





4. Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters, Them Crooked Vultures)


Baterista de rock mais duro de trabalho durante o seu tempo com o Nirvana, Dave Grohl primeiro tomou o microfone em "Marigold" fora do Nirvana, Heart-Shaped Box. Grohl passou a frente do Foo Fighters em sete álbuns de estúdio, mas não deixou seu talento tambores atrás, fazendo um retorno muito aguardado para a bateria de Queens of the Stone Age álbuns e com o super grupo Them Crooked Vultures. Grohl passou um longo caminho desde seus primeiros pesada bateria com Freak Baby e gritar, e é uma carreira cheia de arriscar e seguir seu coração. Não é nenhuma maravilha todos querem tocar com ele.





3. Keith Moon (The Who)

 Quem é, e não ter soado o mesmo desde que ele faleceu em 1978. Moon jogou as peles com o tipo de imprudência indomado que a maioria dos bateristas escolarizados antes dele teria visto como louco, mas é que a intensidade dessa personalidade que trouxe para o The Who e fez jogar Lua selvagem, impetuoso a alma da banda. Seu disco solo, dois lados da Lua, captura o espírito, trazendo uma bizarra mistura de assombro dos anos 50 / 60 rock 'n' roll, empurrando o carácter em cada batida.






2. Neal Peart (Rush)


O baterista e letrista do Rush, Neal Peart é saudado em muitos círculos como o baterista de rock por excelência. Ele é conhecido por suas engenhosas partes de bateria e solos intensos, com passagens que levam hard rock e provar os tambores, de fato, pode ser um instrumento de chumbo. Nenhum show está completo sem Rush acendendo Peart solo, obrigatória , e seu estilo encorpado de bateria certamente tem seu próprio som distinto e aura. Você sempre pode dizer quando se está jogando Peart.






1. John Bonham (Led Zeppelin)

Bonzo era famoso por sua velocidade, intensidade e pé direito rápida, mas acima de tudo, ele era uma "alma" do baterista. Mesmo com toda a atenção dada à sua solando deslumbrante, bate legal e preenchimentos e bumbo know-how, no final, John Bonham foi simplesmente um groover. Por esta capacidade de fazer um balanço e groove band como nenhum outro, nunca monopolizando as atenções, mas permanecendo o campeão sutil do Led Zeppelin.












Fonte: Gibson


Aquiles Priester: público Metal, Angra e Dream Theater


A primeira banda de metal a subir palco da Virada Cultural Paulista em Presidente Prudente foi o Hangar, trazendo a turnê “The Infallible Tour”. Após o show, o baterista da banda, Aquiles Priester comentou sobre a apresentação da banda no evento, a audição que fez para o Dream Theater e como é dividir o backstage com a sua antiga banda, o Angra.
“Foi demais! Não tínhamos ideia do que esperar. Imaginava um público grande, mas não como esse” disse o a baterista do Hangar após terminar o show.
O grupo foi fundado pelo próprio Aquiles em 1997 e se tornou uma banda metal consagrada, entre tantas outras, na música internacional.
“Tocamos em Presidente Prudente no ano passado, mas hoje sentimos o calor da galera cantando as músicas, uma troca de energia que não estávamos prontos para receber, foi motivador”, disse o músico.
Aquiles também fez parte do Angra durante sete anos, saiu após alguns desentendimentos internos entre membros e uma crise com o ex-empresário Toninho Parani. Perguntado sobre a sua relação com o Angra (que estava a poucos metros de onde o baterista falava), Aquiles disse que não vê problemas entre ele e seus antigos parceiros de palco.
“É tranquilo, sem problemas, a minha vida não parou em 2007, ela seguiu. Possivelmente se eu não tivesse saído do Angra naquela época não saberia onde estava hoje”, desabafou serenamente o baterista.
Sobre a forma que vê metal depois de mais de 25 anos de carreira, Aquiles disse que o que torna esse estilo excitante é quando alguém se surpreende com o público que preenche os shows.
“Quando você vê uma multidão daquelas lá fora, concentrada pra ver bandas metal, é fantástico, ninguém esperava, se fosse um show de axé você esperava um público desse, mas é para ver metal!”.
Outra questão pertinente para os fãs de Aquiles é entender o que ocorreu com o músico quando foi convidado a fazer uma audição para a banda americana Dream Theater.
“Não fiquei nervoso (como alguns fãs disseram), toco bateria há muito tempo, rola uma ansiedade, mas não tive nervosismo. O que eles me pediram eu toquei extremamente bem e teve aquelas coisas novas, são coisas que não fazem parte do meu vocabulário”, declarou.
Segundo Aquiles o Dream Theater queria fazer o teste na hora, mostrando vídeos três, quatro vezes ao músico, e ele teve que executar da maneira que havia entendido.
Para Aquiles é um grande passo para bateristas brasileiros, pois fazer uma audição para umas das bandas mais eruditas do metal é uma tarefa difícil.
“Eu era o único cara que as pessoas nunca imaginaram que eu estaria lá, então eu sabia que a cobrança ia ser grande por parte dos brasileiros. O que tinha que ser feito foi feito e estou muito feliz com a repercussão que estou tendo”.
No próximo sábado o músico viaja para Nova Iorque para participar de um festival que reúne os maiores bateristas do mundo. Nesse festival Aquiles explica que nenhum baterista de metal esteve presente e os únicos brasileiros que tocaram foram Airton Moreira, que está ligado à música popular brasileira e o jovem Elói Casagrande que hoje toca com o André Matos.
“Estar num festival desse é uma grande vitória, mas quando recebo esse convite eu nunca penso em mim e sim no meu país, em representar o Brasil”, destaca o músico que finalizou disparando o que pensa sobre o público de metal no interior.
“Monstruoso! Hoje vimos pessoas ensandecidas pelo metal e pela exposição que tivemos hoje, muita gente se surpreendeu positivamente e quando voltarmos pra cá com o próximo disco vai ser um pouco diferente, vai ser mais legal. A partir de hoje Presidente Prudente entrou de vez para a nossa família”, finalizou.
Fonte:Whiplash


Krokus: baterista Freddy Steady deixa a banda!






















                                                                                                       Batera  Freedy Steady último à direita

    O baterista do Krokus, Freddy Steady, deixou o grupo. “A separação foi estritamente uma decisão profissional. Ele concluiu que gostaria de tocar música apenas por diversão, em pequenos clubes, ao invés de grandes arenas, com bastante pirotecnia”, declarou o guitarrista Fernando Von Arb.
   A banda seguirá em frente, embora ainda não tenha procurado um substituto. Os remanescentes já começaram a trabalhar em idéias para o novo disco, que sucederá “Hoodoo”, lançado ano passado e que conquistou platina em sua terra natal, a Suíça.


Novo Blog da Gibraltar confiram!!

         Novo blog da Gibraltar pronto para tirar suas duvidas, clique na imagem para ir ao blog =).


Esposa de Roy Mayorga divulga que ele passa bem !

Imagem

        O baterista Roy Mayorga, da banda STONE SOUR, sofreu um derrame após um show feito em Des Moines, Iowa. Sua esposa Cazzie Mayorga liberou a primeira foto de seu marido após o acidente. Mayorga sofreu um acidente vascular cerebral. As datas que estavam marcadas para shows da banda foram canceladas. A foto foi postada no facebook de Cazzie acompanhada pela seguinte frase: "Roy está no hospital, e ele vai muito bem, obrigado!".


Roy Mayorga sofre derrame após show!



O baterista Roy Mayorga, ex-Soufly, sofreu um derrame após show do Stone Sour em Des Moines, há duas noites. Com isso, a banda cancelou os próximos shows da turnê. Segundo os músicos, as perspectivas de uma recuperação 100% de Roy são ótimas. O Stone Sour está escalado para o Rock In Rio, em setembro.


Os 20 bateristas mais importantes dos anos 60 e 70.

MOFODEU (o Programa que tira o MOFO do ROCK) juntamente com alguns especialistas e ouvintes fez a escolha dos 20 bateristas mais importantes dos anos 1960 e 1970. Opinaram desde os apresentadores e produtores do programa, alguns entendidos do assunto (como Ricardo Seelig, do Collector's Room, e Roger Moreira do ULTRAJE A RIGOR) e até mesmo alguns (não menos entendidos) ouvintes do MOFODEU.
Imagem
Todas as listas deixadas no site www.mofodeu.com foram levadas em consideração, obedecendo o seguinte critério: cada baterista apontado como primeiro lugar nas listas, recebeu 10 pontos; os segundos colocados receberam 9 pontos; os terceiros, 8; os quartos, 7; e assim sucessivamente até o décimo baterista de cada lista. Foram somadas as pontuações de todas as listas até se chegar aos vinte mais pontuados que formaram o Top definitivo do programa.
Cerca de 40 bateristas foram citados, porém selecionamos somente os vinte com mais pontuação, sendo que no programa só falamos dos dez primeiros. Portanto listamos, em ordem decrescente, os 20 melhores bateristas dos anos 1960 e 1970, segundo o programa MOFODEU:
20 – Cozy Powell (JEFF BECK GROUP, RAINBOW e outros)
19 – Roger Taylor (QUEEN)
18 – Bob Burns (LYNYRD SKYNYRD)
17 – Carmine Appice (VANILLA FUDGE; BECK, BORGET & APPICE e outros)
16 – Lee Kerslake (URIAH HEEP)
15 – Buddy Miles (JIMI HENDRIX'S BAND OF GYPSYS, CARLOS SANTANA e outros)
14 – Ringo Starr (THE BEATLES)
13 – Vinnie Colaiuta (FRANK ZAPPA)
12 – Charlie Watts (THE ROLLING STONES)
11 – Don Brewer (GRAND FUNK RAILROAD)
10 – Bill Ward (BLACK SABBATH)
09 – Bill Brufford (YES, KING CRIMSON e outros)
08 – Billy Cobham (MILES DAVIS, MAHAVISHNU ORCHESTRA e outros)
07 – Carl Palmer (ATOMIC ROOSTER, ELP)
06 – Ginger Baker (CREAM, BLIND FAITH, BAKER GURVITZ ARMY e outros)
05 – Mitch Mitchell (JIMI HENDRIX EXPERIENCE, RAMATAM)
04 – Neil Peart (RUSH)
03 – Keith Moon (THE WHO)
02 – Ian Paice (DEEP PUPLE; PAICE, ASHTON & LORD e WHITESNAKE)
01 – John Bonham (LED ZEPPELIN)
Quer saber um pouco mais sobre a carreira desses deuses das baquetas? Escute o MOFODEU #065! No programa você poderá ouvir algumas canções das bandas desses excelente bateristas e ainda saber algumas curiosidades sobre cada um.
Para ouvir basta acessar:http://www.mofodeu.com/?p=20


Iron Maiden, Megadeth, AIC: Leilões para ajudar o Japão!!


De acordo com o site Starpulse.com, um leilão de itens pessoais das famílias de artistas da EMI - que incluem IRON MAIDENMEGADETH E ALICE IN CHAINS- arrecadou 940,000 dólares em fundos para a Cruz Vermelha, para ajudar as pessoas afetadas pelo terremoto e tsunami do mês passado ocorrido no Japão.
O leilão de caridade foi lançado nos sites do E-bay mundialmente no dia 5 de abril. Chegou a receber lances de 470 mil dólares de fãs de música ao redor do mundo. Todo o dinheiro dos licitantes vencedores será duplicado através de uma doação da EMI.
IRON MAIDEN  doou uma exclusiva versão limitada de uma foto do Ed Force One assinada pela banda, duas cópias da arte do evento Iron Maiden  Japão 2011 assinadas pelo artista Herve Monjeaud e um conjunto de baquetas usadas e assinadas pelo baterista Nicko McBrain na The Final Frontier Tour.
A doação do MEGADETH para o leilão foi uma guitarra assinada pelo líder Dave Mustaine.
ALICE IN CHAINS doou um setlist assinado e um conjunto de posters.


K.K.Downing sai do judas priest!!


Judas Priest lançou o seguinte comunicado oficial em seu site:
"É com pesar que o Judas Priest anuncia que K.K. Downing se aposentou  formalmente  da 
banda e portanto não irá mais se juntar com ela na vindoura 'Epitaph Tour'.
A banda respeita sua decisão e lhe deseja toda a sorte do mundo.
Após muito refletir em como agir, Rob, Glenn, Ian e Scott concordaram unanimemente que deveriam prosseguir com a turnê e não decepcionar os fãs ao redor do globo.
O destino deu as cartas e apresentou o substituto perfeito - o guitarrista britanico de 31 anos Richie Faulkner - que se harmonizou à banda perfeitamente e é um grande talento que irá ajudar a incendiar o palco!
A 'Epitaph Tour' irá incluir músicas de todos os álbuns do Priest e faixas que nunca haviam sido tocadas anteriormente bem como todos os clássicos!
Com o novo álbum para sair ano que vem, os Deuses do Metal estão se preparando para excursionar o planeta mais uma vez - Heavy metal na sua plenitude com lasers, luzes, motos e fogos!! Um show imperdível!!"


Aquiles priester!

Simplesmente o cara!!